Princípios de produção de vácinas veterinárias

29/06/20 | Ipeve

O suprimento de vacinas puras, seguras, potentes e efetivas é essencial para manutenção da saúde animal de um programa bem-sucedido. Imunização de animais com vacinas de alta qualidade é o procedimento primário de controle de muitas doenças. Em alguns exemplos, as vacinas são usadas em programas oficiais de controle ou erradicação de doenças. Em geral, as vacinas veterinárias devem atender os requisitos de pureza, segurança, potência e eficácia, que pode variar entre países. Todavia, os controles durante a produção são essenciais para assegurar a disponibilidade consistente de produtos seguros e de qualidade para uso na produção animal.

Algumas vacinas são altamente eficazes, induzindo uma imunidade, que não somente previne sinais clínicos da doença, mas também previne a infecção sem doença e multiplicação do agente etiológico. Outras vacinas previnem doença clínica, mas não previnem a infecção e/ou desenvolvimento de portadores do agente. Em outros casos, a imunização pode não ser completa ou somente  ser capaz de reduzir a severidade das doenças. Então, a decisão de vacinar, como parte da estratégia de controle, requer conhecimento das características dos agente causadores de doenças e sua epidemiologia, assim como da eficiência das  vacinas disponíveis.

Hoje, o maior desafio certamente é produzir vacinas industriais específicas para os inúmeros sorotipos emergentes, em processos dinâmicos de modificação genética, nos rebanhos, cada vez maiores em tamanho e confinados. Assim, a IPEVE, linha de vacinas autógenas da SANPHAR são preparadas à partir de agentes periodicamente isolados e caracterizados, representam a melhor opção técnica em busca de um controle mais específico, mais eficiente e econômico.

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